“Ninguém me passou nada…”, “Ninguém me avisou…”, “Ninguém me falou…”

Frases desse gênero tem me irritado ultimamente. Parece que quanto mais você dá liberdade pra pensar, ou oportunidade pra desenvolver algo seu, menos a pessoa percebe que estou delegando a responsabilidade pra resolver um problema. Ao invés disso, “ninguém passou nada…”.

Onde está a incompetência? Em mim? Na pessoa que recebe a tarefa? Nos dois? Desanimador… e sempre acabo me lembrando do tal do livro do Monge… Tenho tentado pregar a filosofia explicitada no livro… mas confesso que é desanimador. Tem algo que estou fazendo errado…